Acronis Cyber Protect Cloud

Licenças · Acronis

Acronis Cyber Protect Cloud

Licenciamento por workload mais consumo de armazenamento — a dupla onde a conta estoura. Cópia imutável contra ransomware e teste de restauração como requisito.

  • Mais de 10 anos de mercado
  • Revenda autorizada
  • Atendimento B2B
  • Trabalho sob NDA

A conta do backup tem dois números, e é onde ela estoura

O Acronis Cyber Protect Cloud é licenciado por workload — cada estação, servidor, máquina virtual ou serviço de nuvem protegido consome licença — mais consumo de armazenamento. As duas coisas aparecem na mesma fatura e, por isso, quem dimensiona apenas a primeira esquece a segunda. A vaga é por máquina; o espaço ocupado é outra conta, e cresce por motivos que não têm relação com o número de máquinas.

A analogia que ajuda é a de frota com depósito. A vaga é por veículo: entrou mais uma máquina no escopo de proteção, entra mais uma unidade contratada. O depósito é o espaço ocupado: depende de quanto dado cada máquina produz, de quantas versões ficam guardadas e por quanto tempo a empresa precisa mantê-las. Uma frota parada no mesmo lugar ocupa pouco depósito; a mesma frota gerando arquivo novo todos os dias enche o depósito mês a mês, sem que o número de vagas tenha mudado em uma unidade.

É por isso que a primeira fatura costuma vir dentro do previsto e as seguintes, não. O número de workloads é estável e previsível: estações, servidores, máquinas virtuais e serviços de nuvem protegidos. O armazenamento não é: sobe com a carga inicial, que é grande e pode levar dias; sobe com a taxa de mudança diária de cada carga; e sobe com a retenção definida, porque guardar doze meses de versões ocupa mais do que guardar trinta dias. Duas empresas com o mesmo número de máquinas podem ter consumos muito diferentes se uma guarda versões por prazo curto e a outra mantém histórico longo por exigência de contrato ou de negócio.

Duas contas na mesma fatura: o que entra no escopo e o que fica guardado Workloads protegidos estação · servidor · VM serviço de nuvem conta por item protegido Política de proteção frequência das cópias retenção e imutabilidade define o volume guardado Armazenamento consumido cobrado pelo volume retido cresce com o tempo é o número que costuma surpreender o número de workloads muda quando entra uma máquina nova o armazenamento muda todos os dias, sem que ninguém contrate nada
Esquema conceitual das duas unidades de conta: a cobrança por workload acompanha o escopo; o consumo de armazenamento acompanha a política e a taxa de mudança.

O que conta como um workload

Antes de cotar, é preciso listar o que entra. A unidade é o item protegido — não o usuário, não o setor, não a unidade da empresa. Uma pessoa com dois computadores sob proteção soma dois workloads; um host com várias máquinas virtuais protegidas soma tantos workloads quantas forem as máquinas virtuais no escopo.

Estação de trabalho

Computador de mesa ou portátil com agente instalado e política aplicada. Inclui o notebook de campo e o de casa — justamente os que costumam ficar de fora da lista feita de memória.

Servidor físico

Cada servidor protegido, qualquer que seja o sistema operacional suportado. Servidor de arquivos, de banco e de aplicação são máquinas distintas e contam separadamente.

Máquina virtual

Cada máquina virtual no escopo, mesmo quando várias rodam no mesmo host. Consolidação reduz servidor físico e não reduz workload — inclusive porque máquina clonada de modelo tende a escapar do inventário.

Serviço de nuvem

Carga ou serviço protegido no provedor, conforme o escopo contratado. Entra na conta do mesmo modo: o que está protegido é a unidade, e “nuvem” não é escopo automático.

Confirmado o escopo, ele se traduz em unidades de licença. A tabela abaixo separa o que é contado por item do que é contado por volume consumido — porque confundir as duas colunas é o erro de dimensionamento mais comum nesta linha.

Item do ambiente protegido Unidade de licença O que entra na contagem Onde costuma errar
Estação de trabalho Uma unidade por dispositivo protegido Computador fixo ou portátil com agente ativo, dentro ou fora do escritório Esquecer notebook de home office, de campo e equipamento em filial
Servidor físico Uma unidade por servidor protegido Cada servidor com agente, conforme os sistemas operacionais suportados na contratação Listar o host e ignorar que as máquinas virtuais dentro dele têm contagem própria
Máquina virtual Uma unidade por máquina virtual protegida Cada VM no escopo, mesmo compartilhando o mesmo host físico Clonar VM a partir de modelo, ou restaurar de snapshot, e perder a conta das réplicas
Serviço de nuvem Uma unidade por carga protegida no provedor Serviço ou carga coberto pelo escopo contratado, conforme o nível em vigor Presumir que o ambiente em nuvem já está incluído sem conferir o escopo do contrato
Armazenamento Consumo, cobrado pelo volume retido Dado guardado, conforme retenção, frequência de cópia e política de imutabilidade aplicada Dimensionar pelo número de máquinas e não pelo volume retido ao longo do tempo

A composição de pacotes, as capacidades incluídas e a forma de cobrança mudam com o tempo: a conferência é no documento vigente do fabricante. Antes da proposta, a vWare confirma por escrito quais itens entram como workload, como o armazenamento é medido e o que fica fora do escopo — e essa confirmação deve ficar com o contrato.

Cópia imutável: a defesa que o ransomware impôs

Ransomware moderno não ataca apenas o dado: ataca a capacidade de recuperar. A sequência típica é procurar o repositório de backup, usar credencial que já existe no ambiente, apagar os pontos de restauração e só então cifrar a produção. Um backup que o próprio administrador consegue apagar não é barreira contra esse tipo de ataque — é mais um alvo dentro do ambiente comprometido.

Imutabilidade, no sentido de WORM (write once, read many), significa que a cópia não pode ser alterada nem excluída durante a janela definida — nem pelo administrador, nem por uma conta comprometida. O dado continua legível e restaurável; o que fica bloqueado é alteração e exclusão. É uma propriedade do repositório e da política aplicada sobre a cópia, e não uma caixa de seleção que se marca uma vez e vale para sempre.

Para a imutabilidade valer de verdade, algumas condições precisam existir juntas:

  • Repositório compatível, com retenção imutável aplicada sobre a cópia — e não apenas sobre a agenda do job. Job imutável e cópia imutável não são a mesma coisa.
  • Credencial separada da administração comum. Se a mesma identidade que opera a produção abre o repositório de backup, a independência existe só no papel.
  • Janela de retenção maior que o tempo de detecção do incidente. Uma janela curta demais protege contra o ataque do mês passado, não contra o de hoje, que pode levar semanas para ser percebido.
  • Procedimento de restauração documentado. Imutabilidade não impede restaurar: ela impede sobrescrever e apagar. Quem depende de teste para provar que a cópia volta precisa de um caminho definido para restaurar a partir dela.

Cópia imutável não é selo de marketing. Se a conta que administra o ambiente também abre o repositório de backup, o ataque que alcança a produção alcança o backup. Confirme no documento vigente do fabricante como a retenção imutável é aplicada nesta linha e teste a restauração antes de considerar o requisito atendido.

Vale separar as camadas, porque elas costumam ser confundidas: a resiliência de infraestrutura do provedor mantém o serviço no ar e o dado replicado; o backup independente guarda uma cópia histórica, com retenção própria, fora do alcance das credenciais de produção. As duas se somam e nenhuma substitui a outra — o mesmo raciocínio está detalhado no guia de backup em nuvem e continuidade.

Teste de restauração é requisito, não cortesia

Um job concluído com sucesso diz que o dado saiu do ambiente de origem. Não diz que ele volta, nem que volta utilizável, nem em quanto tempo. A diferença entre as duas coisas só aparece no teste de restauração — e o primeiro teste costuma revelar que a política excluiu justamente o que precisava ser recuperado, que o arquivo restaurado perdeu permissão ou que o tempo de retorno não cabe na janela que o negócio tolera.

Um teste que serve para alguma coisa responde a perguntas concretas: consigo restaurar um único arquivo sem tocar no restante? Consigo restaurar uma máquina inteira, ou subir uma máquina virtual a partir da cópia? Consigo voltar uma versão anterior de um arquivo que foi alterado em massa? O tempo de cada uma dessas operações cabe no que a empresa aceita ficar parada?

Duas definições do negócio precisam estar escritas antes do teste, porque sem elas não existe critério de aprovação: RPO, quanto de dado a empresa aceita perder, e RTO, quanto tempo aceita ficar sem o serviço. O teste precisa ser periódico, ter dono e deixar registro. Testar apenas na implantação não prova nada seis meses depois, quando o escopo mudou, o parque cresceu e a política foi ajustada — e é exatamente aí que a restauração costuma falhar.

Cópia sem teste é promessa com painel verde. O teste de restauração é o único momento em que a empresa descobre se a cópia existe de fato, se está completa e se volta no tempo que o negócio precisa.

Do escopo ao teste: quatro passos

Backup é processo, não instalação. Antes dos passos, três números precisam estar na mesa, porque são eles que dimensionam as duas contas: quantos workloads entram em cada tipo (estação, servidor, máquina virtual, serviço de nuvem), qual retenção o negócio ou o contrato exige e qual volume isso representa — lembrando que a primeira cópia é maior que as incrementais seguintes e pode levar dias. A frequência das cópias entra entre retenção e volume: mais pontos de restauração ao dia significam mais dado guardado.

Escopo

Listar o que entra na proteção, por tipo de workload, e o que fica fora com o motivo registrado. Escopo escrito é o que permite comparar propostas e recusar cobertura que não serve.

Política

Definir frequência, retenção, imutabilidade, região da cópia, quem aprova exceção e quem pode restaurar. A política é decisão do negócio junto com o fornecedor, não configuração padrão aceita sem revisão.

Primeira cópia

Executar a carga inicial em janela combinada, validar a integridade e conferir se o volume bateu com o escopo. É aqui que o dimensionamento de armazenamento é corrigido, antes de virar rotina.

Teste de restauração

Antes de considerar implantado, restaurar arquivo, máquina e máquina virtual, medir o tempo e registrar o resultado. Sem esse passo, o projeto termina no job verde, não na capacidade de voltar.

A etapa mais negligenciada é a quarta, e é a única que prova as outras três. Implantação que termina na primeira cópia entrega a sensação de proteção sem nenhuma evidência de recuperação.

Os três erros comuns

Comprar pelo número de máquinas

Dimensionar só os workloads e esquecer que o armazenamento é cobrado à parte. A conta cresce com a retenção e com a taxa de mudança diária, sem que ninguém tenha contratado uma máquina nova — e a diferença aparece depois do primeiro mês fechado.

Contar servidores e ignorar as máquinas virtuais

Em ambiente virtualizado, o inventário de servidores físicos não descreve o escopo. Cada máquina virtual protegida é uma unidade, e máquina clonada a partir de modelo ou restaurada de snapshot costuma ficar fora da lista feita à mão.

Tratar o job verde como prova

A rotina relata que a cópia foi executada, não que ela volta. Retenção, imutabilidade e tempo de restauração só se comprovam no teste — e um teste que nunca foi feito deixa a empresa com a impressão de estar protegida sem saber disso.

Perguntas frequentes

O que exatamente é um workload nesta linha?

É o item protegido: estação, servidor, máquina virtual ou serviço de nuvem, conforme o escopo contratado. O que conta é o que está sob proteção, e não o número de pessoas da empresa. Como a composição dos pacotes muda com o tempo, a confirmação de quais itens entram como workload é feita no documento vigente do fabricante e registrada por escrito na proposta.

Por que o armazenamento é cobrado separadamente do workload?

Porque são grandezas diferentes. A licença acompanha o tamanho do escopo protegido, que muda quando entra ou sai uma máquina. O armazenamento acompanha o volume que fica guardado, que depende da política definida — frequência das cópias, retenção, imutabilidade — e da taxa de mudança de cada carga. Duas empresas com o mesmo número de máquinas consomem volumes distintos se guardam histórico por prazos diferentes.

Cópia imutável impede restaurar?

Não. Imutabilidade bloqueia alteração e exclusão durante a janela definida; a leitura e a restauração continuam disponíveis. O que ela impede é que uma conta comprometida apague a cópia antes de a empresa perceber o incidente — que é justamente o passo mais comum do ataque.

Já uso Microsoft 365; preciso de backup separado?

São camadas diferentes. A assinatura traz resiliência de infraestrutura e recursos nativos de recuperação dentro de prazos e limites da configuração vigente; ela não é uma cópia independente, com retenção própria e fora das credenciais de produção. Para os cenários de exclusão, saída de colaborador e ransomware, a cópia independente é que faz a diferença — como está descrito no guia de planos e riscos do Microsoft 365.

Com que frequência o teste de restauração precisa ser feito?

A frequência é decisão do negócio, ligada ao RPO e ao RTO definidos. O que não pode faltar é dono, escopo e registro do resultado. Testar só na implantação não cobre mudança de escopo, ajuste de política nem crescimento de volume — e é nesses momentos que o restore costuma falhar.

Próximo passo: liste o escopo por tipo de workload — estações, servidores, máquinas virtuais e serviços de nuvem —, o prazo de retenção que o negócio ou o contrato exige e quem aprova o teste de restauração. A vWare dimensiona o ambiente pelas duas contas, workload e armazenamento, e confirma por escrito o que fica coberto e o que fica fora antes de emitir proposta. Para entender o que a assinatura de produtividade já inclui, vale ver o guia de planos e riscos do Microsoft 365; para a camada de recuperação em si, o guia de backup em nuvem e continuidade.

Solicitar cotação

Preencha o essencial. Ao enviar, abrimos o canal escolhido com a solicitação já montada — nenhum dado é gravado neste site.

Prefere escrever direto? comercial@vware.com.br

Falar no WhatsApp

Rolar para cima